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Cases Projeto EDP Energias do Brasil de Videomonitoramento, Controle de Acesso, Áudio

Corporativo - 21 Set 2020
Fabricantes
Fabricantes

A WDC Networks, junto a EDP Brasil e os fabricantes Axis e Digifort entregaram o projeto de Videomonitoramento e Controle de Acesso á EDP Brasil em Espírito Santo e São Paulo, Brasil.

Transmitindo satisfação ao cliente.

EDP ganha destaque no setor elétrico brasileiro ao combinar câmeras, radares, alto-falantes e videoporteiros num projeto que aprimorou sua operação.

Missão

A EDP Energias de Portugal é uma multinacional do setor energético presente em 19 países. Com mais de 20 anos de atuação no Brasil, é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico no país, fazendo transmissão, comercialização e distribuição de energia para cerca de 3,4 milhões de clientes nos estados de São Paulo e Espírito Santo. São dezenas de subestações, unidades de serviço e escritórios. Nas subestações, um dos principais desafios eram invasões e furtos de cabeamento. Isso representava risco de vida para os criminosos, risco de interrupção do fornecimento de energia à população, queda na avaliação da EDP junto à agência reguladora, e danos à imagem da empresa.

Solução

A equipe técnica da própria EDP desenvolveu um projeto para prevenir invasões e furtos com tecnologia de ponta. A solução inclui câmeras, sistema de áudio, controle de acesso e radares da Axis, além de VMS da Digifort. A EDP contou com os serviços de dois integradores: a M3 Tecnologia em São Paulo e a SS Brasil no Espírito Santo. As subestações combinam câmeras PTZs AXIS Q6074-E com as fixas AXIS P1435-LE e AXIS M3115-LVE. As câmeras se integram aos radares AXIS D2050-VE para detectar invasões, além dos alto-falantes AXIS C1310-E para mensagens de dissuasão.
Em outros locais, o acesso é feito através dos videoporteiros AXIS A8105-E e AXIS A8004-VE integrados ao SIS e controlados pelo software da Digifort. Nesses lugares, funcionários da EDP e grupos de serviço terceirizados credenciados usam um crachá para liberação do acesso.

Resultado

O sistema garantiu à EDP Brasil a prevenção de 95% de invasões a subestações. Ao evitar acidentes fatais, vidas foram preservadas. Já os videoporteiros permitiram reduzir o número de funcionários. Mais recentemente, a EDP foi considerada a companhia mais inovadora da categoria Energia Elétrica no Brasil1. Em relação às melhorias na continuidade dos serviços, a EDP Espírito Santo venceu o XXI Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, no segmento EnergiaElétrica2.

Impacto coletivo

Uma das estratégias da equipe de segurança da EDP para aprovar um projeto inovador com tecnologias padronizadas internamente foi explicitar a relevância da segurança para outras áreas. “Um bom sistema de segurança pode prestar serviços para toda a empresa”, explica Erika Zanette, gestora de segurança da EDP Energias do Brasil. “Seja para resolver um problema simples até algo mais complexo, tudo passa pelo operador, que pode acionar o departamento específico para cuidar de cada caso”.

As imagens captadas pelas câmeras são monitoradas em dois Centros de Segurança Integrada da EDP, localizados em Mogi das Cruzes (SP) e na cidade de Serra (ES). Esses dois ambientes controlam tudo o que acontece nas subestações, nos escritórios e nos CSD. Todo o gerenciamento de imagens é realizado pelo software Digifort 7.2. A partir dos alertas gerados pelo sistema, são tomadas as ações necessárias para proteger o patrimônio da empresa.
“O Digifort está presente nas instalações da companhia há muitos anos e nos atende perfeitamente bem. O software foi sendo aprimorado ao longo do tempo e se tornou bastante completo. Ele atende muito bem nossas necessidades de gerenciamento”, destaca Erika. As câmeras da Axis integradas ao VMS superaram as expectativas em relação a qualidade de imagem, baixo consumo de banda na transmissão das imagens e economia em storage.
“Em algumas subestações instalamos a speed dome da Axis em uma torre de telecomunicação e conseguimos monitorar as ruas do bairro e até utilizar o zoom para identificar placas de veículos”, conta Erika.

Em alto e bom som

Um dos destaques do projeto foi a integração das câmeras com radares e alto-falantes IP da Axis. Quando os radares detectam uma aproximação indevida, um pop-up aparece na tela do operador, ao mesmo tempo em que a câmera PTZ é direcionada automaticamente para o local do incidente.
Em seguida, o alto falante IP é acionado para emitir uma mensagem clara, sem soar robotizado. Na maioria dos casos, isso já é suficiente para evitar a invasão.
Caso o invasor prossiga e ultrapasse o limite, uma nova mensagem emitida pelo alto-falante AXIS C1310-E informa que as autoridades foram acionadas, o que em muitos casos evita outros danos. Caso necessário, o operador também pode utilizar o microfone de mesa 2N SIP Mic para falar ao vivo com o invasor.
“O alto-falante da Axis é, sem dúvida, o maior diferencial desse projeto. Ele tem sido instalado dentro das unidades com resultados incríveis e estamos muito satisfeitos com seu desempenho. A forma como esse sistema é utilizado nos mostrou uma nova forma de inibir as invasões e apontou que estamos no caminho certo para garantir a segurança do nosso patrimônio”, avalia Erika.

CAPEX versus OPEX

Outro aspecto relevante para a aprovação interna do projeto foi o investimento em tecnologias que levaram à redução de despesas operacionais. O sistema de controle de acesso, por exemplo, presente em diversos pontos da empresa, permitiu uma gestão remota de acessos através dos videoporteiros AXIS A8105-E e AXIS A8004-VE.

 

“Com o videoporteiro instalado em várias unidades, ganhamos duas vezes. Primeiro, pela redução do número de funcionários e, depois, pelo monitoramento em si, feito a partir das imagens geradas pelo porteiro eletrônico, graças ao alcance e aos ângulos que esse equipamento oferece. As imagens são tão nítidas que a Central de Segurança pode identificar tanto o visitante quanto quem está com ele em um veículo. Esse equipamento reduziu muito nossos custos no projeto”, assinala.

“ É fundamental que os equipamentos que compõem o sistema de segurança passem obrigatoriamente por provas de conceito que avaliem seu funcionamento na prática.” Erika Zanette, gestora de segurança da EDP Energias do Brasil.

Expansão

Para os profissionais envolvidos, o trabalho com a EDP é fortalecido a cada dia. É o que contatam Mauricio Thome e Jonas Rocha, integradores da M3 Tecnologia, de São Paulo: “Graças à visão que a EDP tem de tecnologia, pudemos criar soluções altamente preventivas e à prova de futuro, com os melhores equipamentos disponíveis no mercado e integrações que já consideram as novas normas da Lei Geral de Proteção de Dados e estão preparados para garantir a segurança cibernética nas instalações. Os equipamentos da Axis proporcionam baixo consumo de banda e storage e sua robustez os torna ideais para instalações em ambientes críticos como subestações elétricas”.

Edson Alves, da integradora SS Brasil, também reconhece a importância de uma parceria de longo prazo com os fabricantes. “Essa relação envolve muita parceria, nosso time trabalha em consonância com as equipes de engenharia e vendas Axis analisando e entendendo as demandas e necessidades apresentadas pela EDP. Além disso, buscamos a capacitação permanente da nossa equipe através de treinamentos e certificações em novos produtos, o que nos credencia a explorar ao máximo os recursos disponíveis nos equipamentos Axis, gerando mais valor nas soluções fornecidas para a EDP”, conta.

Essa parceria permite imprimir mais agilidade na execução dos projetos. Wesley Lima, Analista de Infraestrutura Plena da EDP no Espírito Santo, explica que, embora os projetos sejam parecidos, há algumas particularidades devido ao tamanho da área que abrangem e às características de cada tipo de terreno. Nesse sentido, a expertise dos parceiros é um fator-chave para suportar os planos da EDP. “Apenas em 2020 tivemos três novas subestações concluídas. Além disso, duas estão em execução simultaneamente e outras duas áreas encontram-se em processo em contratação. Em termos de investimentos, chegamos a números superiores a R$ 3 milhões este ano”, contabiliza.